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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Atividade 2.5 - Planejando Atividade com hipertexto ou internet.

Curso de Tecnologias  na Educação : Ensinando e Aprendendo com as TICs
Coordenadora: Marta
Cursista: Rosângela Arantes Silva Mendonça
                 Veridiana Aparecida Rodrigues Costa Queiroz.
Atividade 2.5
Subtema: Planejando atividades com hipertexto e internet.

Plano de aula
Assunto – Alimentação saudável.
Disciplinas envolvidas – Português, matemática, artes e  Ciências.
Público alvo – alunos do 3º ano do Ensino Fundamental.
Execução –  5 h / aulas
Objetivos:
Reconhecer a importância dos hábitos alimentares para uma vida saudável;
Interpretar imagens e gráficos;
Representar uma idéia por meio de ilustração;
Enriquecer o vocabulário por meio do uso da linguagem oral e escrita;
Entender  que uma alimentação não balanceada  causam prejuízos à saúde.

Desenvolvimento:
1º momento:  vídeo (  saúde animada)


·         Explorando os seguintes pontos do vídeo:
 Como deve ocorrer a ingestão dos alimentos.
             Alimentação balanceada.
            Valor nutricional dos alimentos.
             Adoção de hábitos saudáveis para manter uma saúde física e mental.

2º momento:
Debate  com os alunos sobre nutrientes encontrados em outro alimentos.
Importância da higiene dos alimentos .

3º momento:
Montagem de um painel usando recortes de figuras de alimentos , montando a Pirâmide Nutricional
        Pesquisa  na sala de aula com os alunos sobre os alimentos preferidos. Montar uma tabela e depois um gráfico de  colunas.
        Fazer uma reflexão sobre os alimentos preferidos, verificando se são saudáveis ou não.

4º momento:
       Utilizando, verduras da horta da escola, montar uma salada  bem colorida e variada, com o auxilio dos alunos para todos  degustarem.

5º momento:
           Assistir aos vídeos na sala de informática , acessando:


Recursos:
Computador;
Internet;
Data-show.

Avaliação:
Avaliar se compreenderam a importância de se cultivar  bons hábitos alimentares através das conversas e debates realizados durante as aulas e em seu cotidiano escolar.

Plugados com a aprendizagem

TEMA: Trocando experiências.

CRIAÇÃO: Rosângela Arantes Silva Mendonça

RESPONSÁVEIS: Gestores, especialistas e professores.

JUSTIFICATIVA:

Existe uma necessidade de mudança de atitude para que as tecnologias sejam integradas à aprendizagem e para isso é muito importante que os  professores se capacitem e sejam orientados para a utilização das máquinas digitais em projetos, não só para um fim em si mesmas mas, como ferramentas à serviço da aprendizagem.

OBJETIVOS:

·         Integrar as tecnologias à aprendizagem ;

·         Manusear, com segurança e qualidade, os equipamentos digitais disponíveis na escola;

·         Propiciar aos professores e alunos oportunidades de utilização e integração das ferramentas digitais;

·         Orientar e trocar experiências  entre professores quanto ao manuseio e  interação dessas ferramentas digitais e salas de aula.

PÚBLICO ALVO:  equipe escolar.

DESENVOLVIMENTO:  se dará conforme o mapa conceitual.

CONJETURA DE APRENDIZAGEM:

Colaborativa, construtiva e cooperativa.

ESTRATÉGIAS:

ü  Duração: reuniões de módulo.

ü  Instrumentos utilizados:

Sala de aula para as reuniões;

Equipamentos digitais disponíveis;

Laboratório de informática.

ü  Todos as tecnologias da escola  deverão receber manutenção e os computadores com internet em rede.

ü  Realizar um levantamento dos conhecimentos que os professores possuem referente ao manuseio das máquinas digitais disponíveis na escola. Utilizar questionário em anexo.

ü  Elaboração:

 PRIMEIRA REUNIÃO

1.    Montagem do Data show para apresentação de textos  relevantes sobre as tecnologias,  de  Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, que é especialista em formação de professores.

2.    Ler , comentar os seguintes questionamentos:

TICs - tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos? Será que estamos preparados para a  era da tecnologia? O que é necessário mudar?

3.    Ouvir opinião e comentários de todos que queiram se manifestar sobre o assunto.

4.    Propor mudanças no pensar e no agir. Pensar que é muito importante integrar essas tecnologias com a aprendizagem e agir para que a realidade se transforme e seja cada vez mais voltada para a era da informação.

5.    Ouvir opiniões e sugestões, de ações que possam auxiliar para a mudança dessa realidade dentro dessa escola.

6.    Expor o resultado da pesquisa e convidar professores que saibam manusear  esses tecnologias para colaborar com o restante do grupo. É certo que cada pessoa possui uma potencialidade que poderá ser útil na aprendizagem do seu colega. Sugerir que façam trocas de experiências e saberes, planejando o mini curso específico para o restante do grupo. Ex.: o professor que saiba manusear e utilizar a filmadora irá planejar e organizar o mini curso para o restante do grupo que ainda não domina o uso desse recurso.

7.    Montar cronograma com esses professores-colaboradores para iniciar as trocas de experiências nas  reuniões  seguintes. Montar dois mini cursos por semana, a serem realizados nos módulos. Os professores-colaboradores receberão auxílio das especialistas para montagem do mini-curso que deverá envolver o manuseio das máquinas digitais  e sua  aplicabilidade pedagógica.

SEGUNDA REUNIÃO:

1.    A supervisão , direção e formadora da capacitação em tics , irão auxiliar e organizar o matéria juntamente com o professor-colaborador para que o mini curso ocorra , trocando conhecimentos entre si até que todos não tenha dúvidas e estejam seguros quanto ao seu uso. O Gestor ficará responsável em facilitar a disponibilização dos recursos necessários para que as ações aconteçam.

  1. Após toda a troca de informações e experiências com essas máquinas, propor que pesquisem e tragam para a terceira reunião , sugestões de atividades que se integrem com os conteúdos estudados em sala de aula. A pesquisa deverá ser realizada por equipe. Tudo deverá ser realizado com oficinas práticas permeadas por conceitos e processos. Essas oficinas deverão ser definidas pelo grupo a partir das suas atividades cotidianas, seja na de sala de aula, seja em extra-classe. O importante é começarem a perceber onde, por que e como a tecnologia da informação poderá auxiliá-los e até mesmo melhorar suas atividades.
  2. A partir das atividades sugeridas, montar aulas que deverão ser aplicadas em sala, fazendo registro através de fotos ou filmagens, blogs, atividades dos alunos e se necessário , relato do professor contendo sua apreciação pessoal sobre a aplicação, contemplando os seguintes itens:
·         O que tais recursos acrescentaram na sua prática pedagógica?
·         Quais foram suas principais conquistas?
·         Criar um paralelo entre a prática sem uso das tics e com uso das tics. ( pontos positivos e, se houver , pontos negativos).

4.    A supervisão  deverá sugerir sites,textos informativos, vídeos, revistas, livros... que possam auxiliar os professores em suas  pesquisas.

5.    Formular projetos que envolvam o uso das máquinas digitais para serem desenvolvidos na escola porque é através dos projetos que o trabalho do professor será visto, valorizado e conhecido por todos. Atividades realizadas pelo professor poderão  ser integradas nos projetos, não esquecendo dos registros, amostras e culminância dos mesmos.

6.    Ler a citação de BRITO E VERMELHO ( 1990):

O professor deverá também utilizar o computador, que poderá ajudá-lo na elaboração de materiais de apoio, bem como ser um valioso recurso para o ensino de diversas disciplinas do currículo, seja em sala de aula, num trabalho coletivo, seja na dinâmica do trabalho desenvolvido no laboratório.

FREIRE (1994) diz que não há ensino de qualidade, nem reforma educativa, nem inovação pedagógica, sem uma adequada formação de professores.
O maior obstáculo para a adoção de computadores nas escolas é a falta de capacitação prévia dos professores para saber como utilizar esta nova ferramenta de trabalho e, principalmente como introduzir o uso do computador no currículo (Cristina Azra Barrenechea).

  1. Marcar próxima reunião para fazerem a socialização das informações e descobertas realizadas pelas equipes, com auxilio de especialistas, colegas e gestores.

OBSERVAÇÃO:
 Seguir com as reuniões mensalmente para que consigam trocar experiências e utilizarem de forma consciente e integrada as tecnologias disponíveis na escola.
  Inserir no Planejamento da escola o uso das máquinas digitais.

QUANTO AO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA:
·         Manutenção e organização dos computadores em rede na sala de informática.
Os professores receberão capacitação para o manuseio dos computadores ( Formador  que irá ministrar o curso será  capacitado).

Verificar qual o nível de conhecimento da equipe e , juntos , criar um projeto para capacitar professores para o uso do laboratório de informática. A escola poderá utilizar , se possuir, o professor de informática para colaborar  com demais professores., organizando horários para que todos consigam utilizar esse recurso que fará grande diferença nas aulas ministradas, chegando ao processo de construção do conhecimento de cada aluno.

O trabalho do gestor deverá ser o de auxiliar , colaborar, incentivar  , professores que estejam nessa empreitada, procurando novas ações para elevarem o índice de desenvolvimento de seus alunos com o uso de máquinas digitais.

Obs.: Após todo o processo de aprendizagem , sugerir que cada equipe  elabore um projeto utilizando, de forma pedagogicamente correta, as tecnologias disponíveis na escola, que neste caso, serão utilizados:
  1. Amplificadores de som.
  2. Microfone.
  3. Filmadora.
  4. Máquina digital.
  5. Data show.
  6. Computadores.

SUGESTÃO DE UM PROJETO:

“ASAS PARA FALAR”

Tema: Rádio-Tv e a notícia na escola.

JUSTIFICATIVA:
Esse projeto será uma extensão do “Plugados com a aprendizagem – trocando experiências”  e busca resgatar o uso da palavra  através do Rádio-TV ( assim chamado porque envolve a imagem e apresentação ao vivo - a palavra do locutor , que será o aluno).
“Ler não é fácil, porém, experiências e estudos mostram que é possível explorar na escola os diferentes tipos de textos que fazem parte do dia-a-dia de nossos alunos, tornando a leitura mais significativa e útil. É por isso que a leitura e a interpretação, talvez sejam as coisas mais importantes que a escola tem a ensinar. Muitas vezes as escolas só trabalham com textos didáticos e literários, de maneira burocrática, sem sentido para os alunos. Há uma curiosidade muito grande pelas
inovações tecnológicas como jogos, brinquedos, televisão, computador, livros, história que se constituem em sedução a este público. Diante disso, é preciso que a escola trabalhe a diversidade textual presente no cotidiano do aluno.” (Dionez Dal Prá Dal Vesco e Márcia Sueli Marchesi Galeazzi, p. 2 e 3)

OBJETIVOS:
·         Exercitar a comunicação oral, aperfeiçoando a objetividade e clareza de exposição do pensamento;
·         Favorecer a convivência e trabalho em grupo, respeitando diferenças, níveis de conhecimento e ritmos de aprendizagem de cada integrante da equipe;
·         Divulgar pela Rádio-TV e internet os projetos e produções realizadas na escola, valorizando o trabalho de alunos e professores;
·         Ampliar o vocabulário dos alunos;
·          Despertar nos alunos a consciência critica das informações recebidas;
·         Desenvolver a percepção auditiva, a concentração, a linguagem, a socialização e a imaginação dos mesmos.



PÚBLICO – ALVO:
 Estudantes da rede municipal do 1º ao 5º ano, dos anos iniciais.

ÁREA DE INTERESSE:
Arte, Educação Física, Geografia, História, Matemática, Português.

DURAÇÃO:
Aproximadamente 3 meses.

DESENVOLVIMENTO E METODOLOGIA:

·         ATIVIDADE 1 – “ Propor a ideia da Rádio-TV na escola”
1.    O professor fará a proposta ao alunos da criação da Rádio-Tv para divulgar os trabalhos realizados na escola, bairro , cidade e do mundo.
2.    Ouvir sugestões e opiniões dos alunos para o projeto.
3.    Explicar que será uma rádio menos convencional, onde serão utilizados recursos mais simples e que a escola possui. A rádio será apresentada ao vivo e com os alunos como platéia, onde tudo que for editado será apresentado no data show e por apresentadores escolhidos entre os alunos.
4.    Tudo será feito com a participação dos alunos e colaboração dos professores e escola.

·         ATIVIDADE 2: “ colocando a mão na massa”.
Com auxílio do professor de português, redação e de informática, fazer pesquisas na internet sobre o assunto: como editar uma notícia, a forma que deverá ser apresentado para atrair a atenção do ouvintes-telespectadores e O que poderá ser colocado na rádio.
           
·         ATIVIDADE 3: “ Como apresentar a Rádio-TV, utilizando os recursos disponíveis na escola?”
A rádio irá proceder da seguinte maneira:
1.    Poderão ser utilizados dois apresentadores para a Rádio-TV.
2.    A edição será feita pelos alunos e professores ( auxiliando na correção e organização da apresentação).
3.    Alunos jornalistas que buscarão a notícia a ser apresentada ( Locais: eventos na escola, no bairro, na cidade, na internet e também assuntos mundiais que possam interessar aos alunos), utilizando filmadora, máquina digital , jornal impresso, internet, entrevista , depoimentos...
4.    Um grupo de alunos e professores irão fazer o roteiro e organização do material coletado para apresentar – vídeos, notícias escritas, apresentações...
5.    A Rádio-TV será quinzenal para que o tempo de organização seja suficiente.

·         ATIVIDADE 4 : “ O dia D”.
1.    Organizar no pátio ou Anfiteatro ( se a escola possuir) para apresentar a rádio.
2.    Disponibilizar computador, Data show, microfone e amplificadores e o roteiro para a execução da rádio.
3.    Os apresentadores irão se apresentar a rádio e iniciar suas falas , noticiando todos os eventos ocorridos na escola, no bairro , cidade e no mundo.
4.    Sempre sincronizando suas falas com imagens. No caso de vídeos será feito previamente comentários para depois apresentar o vídeo. Poderão ainda, fazer reflexões sobre o assunto apresentado, enquetes com a platéia...
           
REGISTRO:
Fotos com legenda e divulgadas no blog da escola, identificando todo trabalho produzido pelos alunos, Textos e roteiros constando o processo de avaliação dos trabalhos, construído coletivamente, filmagem da apresentação da rádio para colocar no blog da escola.

AVALIAÇÃO:
            Ocorrerá durante todo o processo de ensino aprendizagem, verificando se todos os objetivos propostos foram alcançados, revisando todo o percurso do trabalho desenvolvido, priorizando a leitura e escrita.

            OBS: Citar os pontos positivos e os pontos negativos.
            Todos deverão participar e ser colaboradores do projeto.
           

CULMINÂNCIA:
            Será quinzenal na apresentação da Rádio-TV, avaliando a qualidade do trabalho realizado pelos alunos através da apreciação do público escolar .


RESULTADO ESPERADO:

Conscientização quanto a importância da utilização dessas tecnologias nas escolas.
Um maior valor pelos trabalhos realizados na escola e também divulgação dos mesmos.
A integração das tecnologias com a aprendizagem, utilizando projetos como recurso para a utilização das TICs.
Mudanças de atitudes e busca por conhecimento, almejando a participação efetiva e com maior interesse pela aprendizagem, sendo o aluno parte integrante do processo.

BIBLIOGRAFIA:
Eproinfo – Conteúdo módulo – DD – Planejamento e Produção de Aula
BRITO, Glaucia e VERMELHO, Cristina. O usuário professor. O Estado
do Paraná, Curitiba, 13 out. 1996.

DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. Petrópolis, RJ: Vozes,
1993.
FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1994.
Dal Prá Dal Vesco, Dionez e Sueli Marchesi Galeazzi, Márcia.

 






Projeto - “SOMOS IGUAIS EM NOSSAS DIFERENÇAS.”

DISCIPLINA: Projeto Pedagógico Utilizando Texto, Imagem e Som
ATIVIDADE FINAL: Plano de Realização
TURMA: MG07TIS
MEDIADOR: MARCO ANTÔNIO SANTOS ROCHA
NOME : ROSÂNGELA ARANTES SILVA MENDONÇA

“SOMOS IGUAIS EM NOSSAS DIFERENÇAS.”
Público Alvo: alunos do 5º ano do Ensino Fundamental
Justificativa:
“enquanto a  cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos haverá guerra.”
Bob Marley
É importante aproximar o aluno da cultura afro-brasileira e buscar  indeferir o racismo,  a não exclusão, o respeito e  a auto-estima de crianças negras, fazendo-as  perceber-se como indivíduo importante e que atua no mundo em que vive.
A auto-aceitação e o respeito às diversidades são essenciais para todo ser humano e devem ser estimulados, desde cedo, nas crianças.
O status de igualdade entre negros e brancos poderão ser contemplados nas pequenas e grandes ações realizadas, democraticamente,  através de atitudes, instrumentos  ou ferramentas pedagógicas,  utilizadas pelo professor no cotidiano escolar.

Objetivo geral:
  • Elevar a auto-estima da criança negra e sua percepção e atuação sobre si mesma e seu lugar no mundo e ampliar a reflexão e discussão sobre o papel e a posição do negro em nossa sociedade.

Objetivos específicos:
  • Refletir sobre a importância do respeito às diversidades;
  • Conscientizar quanto a importância do papel do negro e de seu valor ;
  •  Extinguir comportamentos racistas demonstrados pelos alunos;
  • Despertar o respeito pelas outras pessoas independentemente da raça;
  • Valorizar-se como pessoa e sua atuação como cidadão .

Conteúdos curriculares e disciplinas envolvidas:
Ensino Religioso:
Valores.

História:
Sugestão de sites para lelitura.
  • A história do negro no Brasil.
  • Reflexão sobre a história do negro no Brasil por Claudia Lima.

 Português e literatura:  
  • Texto informativo sobre os negros do Brasil.
  • Livros de literatura infantil sugeridos para leitura.
  • Vídeos sugeridos para análise e reflexão.

Arte:
  • Música -  Lavagem cerebral ( Gabriel o Pensador).
  • Música - Olhos coloridos ( Sandra de Sá).

Educação física :
·         A Capoeira  ensina o respeito e a disciplina, onde as crianças devem optar pelo esporte deixando a violência.
·         Exercícios e brincadeiras de socialização .

Ciências:
  • Alimentação saudável.
  • Culinária: receita de feijoada.
  • Sugestão de sites para pesquisa.

Plano de ações:
Ação 1:
Duração: 3 horas/aulas
Pedir ao alunos que tragam para a escola fotos de familiares que gostam bastante.
Fazer socialização das fotos, onde cada aluno deverá citar características físicas e qualidades de personalidade/caráter das pessoas  nas fotos.
Questionar: O que podemos notar nas fotos trazidas? São pessoas iguais ou diferentes? Deixamos de amá-las por serem diferentes? O que é mais importante: as características físicas ou a personalidade/ caráter ?

Ação 2:
Duração: 3 horas/ aulas.
Levar os alunos ao laboratório de informática e apresentar as sugestões de vídeos para análise e reflexão ou utilizar o data show para .
Anotar o que gostou mais nos vídeos e o que não gostou. Explicar por que.

Ação 3:
Duração: 3 horas/aulas.
Socializar as anotações, colocando os alunos em círculo, onde cada um fará seus comentários sobre os vídeos.
Questionar: Podemos mudar atitudes racistas? Você é  ou era uma pessoa racista? Você gostaria de mudar seus pensamentos e atitudes?

Ação 4:
Duração: 3 horas/aulas.
Dividir a sala em 6 grupos, onde 3 grupos irão ilustrar a música de Gabriel Pensador e 3 grupos irão ilustrar a música de Sandra de Sá.
Apresentar as músicas no CD, usando aparelho de som:
 -  Lavagem cerebral ( Gabriel o Pensador).
 - Olhos coloridos ( Sandra de Sá)
Leitura realizada pelos alunos do texto abaixo:
A história dos negros brasileiros.
A data da morte de Zumbi é lembrada como o Dia Nacional da Consciência Negra.
Os trabalhadores negros ajudaram a construir as riquezas do Brasil atual. Muitas fortunas ainda hoje  existentes tiveram origem no tráfico de escravos da África para o Brasil. Mas não foi apenas no trabalho pesado que os negros ajudaram na construção do Brasil. Nosso modo de falar, nosso vocabulário, nossas comidas, nossa cultura, o rosto da nossa gente mostram a contribuição dos negros na formação do Brasil.
Uma das poucas maneiras que os negros tinham para se livrar da escravidão era fugir das fazendas e formar quilombos. Houve vários quilombos em todas as regiões do Brasil. Há mais de 400 anos, os escravos do Nordeste fugiam e iam viver no Quilombo de Palmares, numa serra entre os estados de Alagoas e Pernambuco. Os fazendeiros pediram ajuda aos militares e bandeirantes para tomar Palmares. A maioria das pessoas que  habitavam a região foi assassinada. Nessa época Zumbi era o líder de Palmares. Ele conseguiu fugir ao ataque dos bandeirantes, mas foi assassinado em 20 de novembro de 1695, no seu esconderijo. O governo português da época mandou decapitar sua cabeça e a expôs na praça central de Recife, com a intenção de terrorizar os negros que tentavam fugir do cativeiro. (Editora Moderna / Projeto Pitangua.)

Cada grupo deverá desenvolver suas ilustrações, colorindo-as e fazendo interpretações sobre o assunto estudado.

Sugestões de livros e sites para leitura:
Heloísa Pires Lima : Histórias da Preta. 
 Heloísa Lima: A Semente que veio da África, editora Salamandra
 Ana Maria Machado: Menina Bonita do Laço de Fita.
 Alaíde Lisboa de Oliveira: A bonequinha preta.
Edimilson de Almeida Pereira: Os reizinhos do Congo. 
 Rossana Ramos. Na minha escola, todo mundo é igual. 
Sônia Rosa: O menino Nito. 
Joel Rufino Santos: Dudu Calunga. 
 SANTOS, Joel Rufino Santos: Gosto de África. Histórias de lá e daqui. 
 UNICEF. Crianças como você: uma emocionante celebração da infância. 
 ZIRALDO: O Menino Marrom. 
 Madu Costa. Meninas negras. 
 Martha Rodrigues: Que cor é a minha cor? Editora Mazza.
 Rogério Andrade Barbosa: Contos africanos - para crianças brasileiras. Ed. Paulinas.
Ruth Rocha: O Amigo do Rei, Editora Ática.
Julio Emílio Braz: Felicidade não tem cor.

Ação 5:
Duração: 3 horas/aulas.
Scanear e ou fotografar as ilustrações e colocar no Powerpoint para apresentar aos alunos, usando o data show.
Fazer reflexões sobre o trabalho realizado e quais mensagens as músicas nos passam – fazer registro escrito.

Ação 6:
Duração: 5 semanas.
O professor de educação física irá propor que vejam vídeos de capoeira e criar grupos para jogar capoeira numa apresentação para toda a escola.
Realizar os ensaios para a apresentação.
Exercícios e brincadeiras que promovam a socialização e igualdade entre os alunos, buscando o respeito entre eles.
Ação 7:
Duração: 2 hora/ aula.
Fazer pesquisa sobre a culinária com influência negra ( poderá ser usado sites sugeridos), no laboratório de informática.

Ação 8:
Duração : 3 horas/aulas.
Apresentar a receita da feijoada e propor que seja feita na escola para degustação dos alunos. Providenciar os ingredientes para a receita.
Feijoada caseira.
Ingredientes
  • 1 Kg de feijão-preto
  • 500g de lombo de porco
  • 500g de toucinho defumado magro
  • 500g costelinha salgada magra
  • 500g de linguiça calabresa
  • 500g de paio
  • 500g de carne seca
  • 4 colheres (sopa) de óleo
  • 4 dentes de Alho picado
  • Cebola grande picada
  • 4 folhas de louro
  • sal à gosto
Rendimento:                    15 pessoas
Tempo de preparação:    1 hora
Tempo de cozimento:      45 minutos
Preparação:
Escolha o feijão-preto, lave e deixe de molho em água de véspera. As carnes que são salgadas devem também ficar de molho em água de véspera, trocando a água de vez em quando para tirar o sal. No dia que for fazer a feijoada, coloque numa panela de pressão grande o feijão-preto, a linguiça e o toucinho defumado para cozinhar junto. Em outra panela coloque o restante das carnes, sendo que as carnes salgadas sejam fervidas antes do cozimento com as outras carnes. O feijão cozinha em aproximadamente em 30 minutos e as carnes também. Depois de tudo já cozido faça a parte a fritura dos temperos, o óleo, cebola, alho e o louro e em seguida jogue no feijão com as carnes e deixe ferver até engrossar o caldo. Sirva depois as carnes separadas em outra travessa. Faça o acompanhamento com arroz branco, couve, farofa e um molhinho de tomate, cebola e salsinha colocando uma concha do caldo de feijão e temperando..

Montar a pirâmide alimentar e debater sobre uma alimentação saudável e adequada.

Ação 9:
Duração: 3 horas/ aulas.
Preparo da receita feito pelos alunos.
Filmar o preparo da feijoada para  postar no blog da escola.
Degustar no horário do recreio ( intervalo).

Ação 10:
Com auxílio do professor de língua portuguesa,  montar um teatro para apresentação na culminância do projeto que deverá ser no dia da Consciência Negra ( 20 de novembro).

Obs.: Toda realização do projeto deverá ser fotografada e ou filmada. Montar portfólio com os trabalhos dos alunos.
Realizar a culminância com apresentação dos trabalhos realizados, teatro, feijoada, capoeira, fotos,...

Tempo para realização do projeto:
Serão necessários 4 meses para a realização.

Material e suporte necessário:
Vídeos.
Internet.
Computadores.
Data show.
Aparelho de Som.
CD.
Máquina digital.
Filmadora.
Alimentos para o preparo da receita.

Fonte de pesquisa:
pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Consciência_Negra 
Fonte, Patricia Lopes da. Projeto Consciência Negra.

Avaliação:
Será observado por todos que estão envolvidos com o projeto se houve um novo olhar para mudanças de atitudes  dentro e fora da escola. Mudanças de opiniões  quanto a discriminação racial .
Na culminância do projeto será verificado a apreciação dos alunos através de relatos e apresentação dos materiais confeccionados ao longo do período de execução. A busca pelo respeito mútuo e igualdade entre alunos serão um indicador da verdadeira aprendizagem.